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VW Gol GTS

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Oferta para o veículo Gol GTS 1989

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VW Gol GTS

  • Informações Gerais

    Marca: VW
    Modelo: Gol GTS
    Ano Fabricação/Ano Modelo: 1988/1989
    Cor: Prata Cristal
    Portas: 2
    Dimensões - Comp./Largura/Altura (mm): 3849/1601/1300
    Ocupantes: 5

  • Mecânica e Segurança

    Combustível: Álcool
    Motor: 1.8 S
    Potência: 105 CV
    Velocidade Máxima: 173 Km/h
    Câmbio: Manual - 5 Velocidades
    Tração: Dianteira
    Aceleração 0-100km/h: 10,6 Segundos
    Freios: Disco Dianteiro e Tambor Traseiro
    Rodas: Liga Leve R14
    Direção Hidráulica: Sim

  • Acessórios/Opcionais

    Bancos: Recaro
    Ar Condicionado: Sim
    Trio Elétrico (Vidro, trava e espelho elétrico): Sim
    Sistema de Som: Rádio AM/FM + Toca Fitas

  • Informações Extra

    País de Origem: Brasil

ATENÇÃO! Devido a grande rotatividade em nosso estoque, se faz necessário a consulta diretamente em nossa loja para certificar de que o veículo ainda se encontra sob nossos cuidados. O valor do anúncio deve ser confirmado, pois o mesmo pode ter sido ajustado em nossa loja e ainda não ter sido modificado neste site. Obrigado pela compreensão. Pastore Car Collection.

Observações

VW Gol GTS 1988/1989 na cor Prata Cristal com Bancos Recaro Tear Degradê Vermelho. Veículo todo restaurado, pintura impecável, interior perfeito, ar condicionado gelando, vidros elétricos e direção hidráulica. Faróis, Pisca e Neblina Cibié, Farol de Milha Rossi.

Motor 1.8 (1781cm³), Longitudinal e 4 cilindros em linha, potência de 105 CV a 5600rpm (A); torque de 14,9 kgmf a 3600rpm (A), carburação de corpo duplo, câmbio de 5 marchas, tração dianteira, freios dianteiros a disco e traseiros a tambor.

O primeiro Gol invocado foi lançado em 1984 e se destacava logo de cara pelo visual: para-choques pretos, grade na cor da carroceria, faróis com luzes de seta nas laterais (herdados do Voyage, que seriam aplicados no resto da linha no ano seguinte) e rodas de liga leve aro 14″ compunham o pacote. E tudo era puxado pelo valente motor 1.8. Finalmente o Gol recebia o tão esperado motor refrigerado a água, mesmo que fosse só na versão esportiva. Com suspensão mais firme e adequada à proposta, o único porém do GT ficava por conta do câmbio de apenas quatro marchas. Algo que a VW corrigiria em pouco tempo ao oferecer o de cinco velocidades.
Por dentro, a esportividade ficava evidente pelos bancos Recaro com ótimos apoios laterais, painel de instrumentos completo (que incluía até vacuômetro), volante de quatro raios e revestimentos exclusivos.
A partir do GT, o Gol enterrava de vez o estigma de carro fraco, marcado pelo lançamento equivocado do modelo com motor 1.3 a ar. Equipado com o propulsor 1.8 de 99 cv e 14,8 kgfm de torque, que tinha comando de válvulas “bravo” emprestado do Golf GTi alemão, o pequeno Gol, que no lançamento foi criticado pelo fraco desempenho, passava a acelerar de 0 a 100 km/h em 9,7 segundos e alcançar velocidade máxima de 180 km/h. Era a resposta da VW ao recém-lançado Ford Escort XR3.
Com a reestilização da família Gol em 1987, a versão GT passou a se chamar GTS e ganhou mudança no estilo para se distinguir. Assim como antes, o esportivo adotava faróis maiores como no Voyage, mas agora haviam novas rodas de liga leve, aerofólio, grandes molduras laterais e faróis de neblina integrados ao para-choque, que passou a ser envolvente.
Uma curiosidade sobre a versão esportiva do Gol: a VW usava o motor 1.8 com comando “bravo” somente no GT, diferente do Voyage Super, que tinha o comando manso e 94 cv de potência. Embora a marca divulgasse que o Gol GT/GTS entregava 99 cv, na verdade a potência era maior, algo em torno de 105 cv. Tudo para não entrar numa faixa de tributação superior, que deixaria o carro ainda mais caro.

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