Pastore Car Collection

ver filtros
Categorias
Fabricante
Ano
Opcionais
Vendido

BMW 325i Sedan

BMW 325i Sedan

  • Informações Gerais

    Marca: BMW
    Modelo: 325i Sedan
    Ano Fabricação/Ano Modelo: 1992/1992
    Cor: Preto II
    Portas: 4
    Quilometragem: 210.000
    Dimensões - Comp./Largura/Altura (mm): 4433/1698/1393
    Ocupantes: 5

  • Mecânica e Segurança

    Combustível: Gasolina
    Motor: 2.5 - 6 Cilindros
    Potência: 192 CV
    Velocidade Máxima: 231 Km/h
    Câmbio: Automático - 4 Velocidades
    Tração: Traseira
    Aceleração 0-100km/h: 9,0 Segundos
    Freios: Disco nas 4 Rodas + ABS
    Rodas: Liga Leve R15
    Airbag: 1
    Direção Hidráulica: Sim

  • Acessórios/Opcionais

    Teto Solar: Sim
    Bancos: Couro
    Ar Condicionado: Dual Zone
    Trio Elétrico (Vidro, trava e espelho elétrico): Sim
    Sistema de Som: Rádio AM/FM + Toca Fitas
    Computador de Bordo: Sim

  • Informações Extra

    País de Origem: Alemanha

ATENÇÃO! Devido a grande rotatividade em nosso estoque, se faz necessário a consulta diretamente em nossa loja para certificar de que o veículo ainda se encontra sob nossos cuidados. O valor do anúncio deve ser confirmado, pois o mesmo pode ter sido ajustado em nossa loja e ainda não ter sido modificado neste site. Obrigado pela compreensão. Pastore Car Collection.

Observações

BMW 325i (E36) 1992/1992 na cor Preto (Schwarz II). Veículo em ótimo estado!

Motor dianteiro M50B25, longitudinal, 2.5 litros, 6 cilindros em linha, 24 válvulas; gasolina, potência de 192 CV a 5.900rpm e torque de 25kgfm a 4.200rpm.

3ª Geração da BMW Série 3, conhecida como E36, fabricada de 1991 até 1998.

Por mais diversificada que seja hoje a linha BMW — de minivans a utilitários esporte, de “cupês de quatro portas” a estranhos hatchbacks —, o sedã médio esportivo talvez seja o maior símbolo dessa tão apreciada marca alemã. E, das muitas gerações de automóveis dessa categoria que a Fábrica de Motores da Baviera (significado de sua sigla em alemão) produziu nos quase 100 anos de sua história, o Série 3 de código E36 é certamente um dos mais expressivos e marcantes.

Em outubro de 1990 a BMW apresentava seu novo médio sob o código E36. De início oferecido apenas como sedã de quatro portas, o terceiro Série 3 conquistou admiradores à primeira vista: era realmente um belo trabalho de estilo. Assinava a obra o alemão Claus Luthe, que havia assumido a liderança do departamento de Estilo da marca em 1976 e desenhado outros modelos marcantes como o Série 3 E30, o Série 5 E34 (1988), o Série 7 E32 (1986) e o grande cupê Série 8 de 1989.

Os clássicos quatro faróis circulares da marca vinham atrás de lentes únicas por lado, enquanto os retângulos da grade dupla estavam mais baixos e largos que no antecessor. Na traseira, a borda da tampa do porta-malas (similar à do Opel Calibra, lançado um ano antes) conferia especial elegância. Visto de lado, chamava atenção a posição avançada das rodas dianteiras, que formava um balanço bastante curto e destacava a tração traseira — seria difícil usar tal posição em um carro de tração à frente, sobretudo com motor longitudinal.

Não poderia faltar a Hofmeister Kink, a curva final dos vidros laterais, outra característica de longa data da marca — o projetista Wilhelm Hofmeister a havia criado justamente para o 1500 de 1961. Um detalhe que muitos estranharam eram os para-choques em plástico cinza fosco, para facilitar a reciclagem, em um tempo de uso generalizado da pintura na cor da carroceria. Com 4,43 metros de comprimento, 1,70 m de largura, 1,39 m de altura e expressivos 2,70 m de distância entre eixos, o Série 3 estava mais espaçoso e aerodinâmico, com Cx 0,32.

O interior ganhava formas atuais e agradáveis, com destaque para o painel ligeiramente curvado para o motorista, como que indicando aos passageiros quem ali tinha prioridade. A disposição dos instrumentos e o volante de quatro raios eram elementos clássicos da marca.

O E36 não surpreendeu apenas na aparência. Embora a BMW já usasse suspensão independente na traseira no Nova Classe dos anos 60, o sistema tradicional de braços semiarrastados não era perfeito: sob certas condições o carro assumia atitude sobresterçante, o que surpreendia motoristas menos habituados e podia colocá-los em apuros. A solução para aplacar esse mal foi adotar a suspensão multibraço (chamada de eixo Z) introduzida pelo roadster Z1 em 1989. Por meio de articulações numerosas e bem trabalhadas, as rodas traseiras eram mantidas em posição ideal em praticamente qualquer condição de uso, até mesmo ao deixar de acelerar em plena curva. A dianteira mantinha o arranjo McPherson.

Um fato curioso desses modelos, é que no incio dos anos 90 a Regino era a importadora oficial da BMW no Brasil, trazendo os carros diretamente da Alemanha, porém costumavam ser mais caros devido a encargos adicionais (cerca de 20 a 30%) do que as importadas por pessoas físicas, que geralmente eram vinham de Miami.

Na realidade, todas eram fabricadas na Alemanha, mas algumas produzidas para o mercado Norte Americano, e outras para o mercado Alemão. Haviam também algumas diferenças de um modelo para o outro: as americanas vinham equipadas com transmissão automática de quatro velocidades e algumas peças eram substituídas por questões de segurança, como para-choques mais resistentes

Peso 1365 KG.

Outros veículos sugeridos: