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Honda ML 125

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Oferta para o veículo ML 125 1984

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Honda ML 125

  • Informações Gerais

    Marca: Honda
    Modelo: ML 125
    Ano Fabricação/Ano Modelo: 1983/1984
    Cor: Prata
    Quilometragem: 376
    Valor: R$ 25.000,00

  • Mecânica e Segurança

    Combustível: Gasolina
    Motor: 125cm³
    Potência: 12 CV
    Câmbio: Manual - 5 velocidades
    Freios: Disco Dianteiro

  • Acessórios/Opcionais

  • Informações Extra

    País de Origem: Brasil

ATENÇÃO! Devido a grande rotatividade em nosso estoque, se faz necessário a consulta diretamente em nossa loja para certificar de que o veículo ainda se encontra sob nossos cuidados. O valor do anúncio deve ser confirmado, pois o mesmo pode ter sido ajustado em nossa loja e ainda não ter sido modificado neste site. Obrigado pela compreensão. Pastore Car Collection.

Observações

Honda ML125 1983/1984 na cor Prata. Motocicleta com restauro recente e em ótimo estado.

Falar de moto urbana, simples e econômica faz pensar em Honda CG 125, há mais de 40 anos. Contudo, sempre houve motociclistas dispostos a pagar um pouco mais por um ganho em conforto, segurança, desempenho ou um pouco de tudo isso junto. E desde o final da década de 70 a Honda oferece opções para esse público.

A primeira foi a 125 ML, em 1978. Era basicamente a mesma CG, lançada dois anos antes, mas com freio a disco dianteiro (de acionamento ainda mecânico) e acabamento mais luxuoso. O motor permanecia o veterano OHV, de comando de válvulas no bloco, 11 cv de potência a 9.000 rpm e 0,94 m.kgf de torque a 7.500 rpm, assim como o quadro (do tipo diamante, com motor estrutural) e as suspensões. Um ano depois a linha crescia com a chegada de uma esportiva, ao menos na intenção: a Turuna.

Uma reestilização completa na linha vinha em 1983. Ganhavam formas retilíneas que abrangiam farol, lanterna traseira, luzes de direção, o tanque da ML (com 12 litros de capacidade, um a mais que o da Turuna, este mantido do modelo anterior) e o painel de instrumentos. Na ML este trazia agora um marcador de combustível, considerado um requinte, já que nem mesmo a CB 400 o tivera em seus primeiros anos.

Sistema elétrico de 12 volts, acionamento hidráulico do freio a disco dianteiro e amortecedores traseiros com regulagem em cinco posições eram adotados em ambas. A 125 ML passava a ter o mesmo câmbio de cinco marchas da Turuna, com relações mais longas e a disposição habitual dos engates, com a primeira engatada acionando-se o pedal para baixo e as demais para cima.

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