Pastore Car Collection

ver filtros
Categorias
Fabricante
Ano
Opcionais

De Tomaso Pantera Coupé

Cancelar oferta

Oferta para o veículo Pantera Coupé 1972

Cancelar compartilhamento

De Tomaso Pantera Coupé

  • Informações Gerais

    Marca: De Tomaso
    Modelo: Pantera Coupé
    Ano Fabricação/Ano Modelo: 1972/1972
    Cor: Amarelo
    Portas: 2
    Quilometragem: 12.412 milhas
    Dimensões - Comp./Largura/Altura (mm): 4242/1702/1102
    Ocupantes: 2
    Valor: R$ 850.000,00

  • Mecânica e Segurança

    Combustível: Gasolina
    Motor: 351 pol³ V8
    Potência: 330 cv
    Velocidade Máxima: 260 km/h
    Câmbio: Manual - 5 velocidades (ZF)
    Tração: Traseira
    Aceleração 0-100km/h: 5,5 segundos
    Freios: Disco nas 4 Rodas
    Rodas: R17

  • Acessórios/Opcionais

    Faróis: Escamoteáveis
    Bancos: Em couro
    Trio Elétrico (Vidro, trava e espelho elétrico): Vidros Elétricos

  • Informações Extra

    Placa Preta: Sim
    País de Origem: Itália

ATENÇÃO! Devido a grande rotatividade em nosso estoque, se faz necessário a consulta diretamente em nossa loja para certificar de que o veículo ainda se encontra sob nossos cuidados. O valor do anúncio deve ser confirmado, pois o mesmo pode ter sido ajustado em nossa loja e ainda não ter sido modificado neste site. Obrigado pela compreensão. Pastore Car Collection.

Observações

De Tomaso Pantera Coupe 1972/1972 na cor Amarela. Veículo exclusivo e lindíssimo, com poucas unidades rodando no Brasil. Além disso, está em excelente estado de conservação e ostenta placa preta.

Motor central traseiro, V8 de 351 polegas cúbicas (5.8 litros), com 330CV a 6.000 RPM e 47,5 kgfm de torque entre 3.400 RPM.

Piloto que chegou a correr na F-1, Alejandro De Tomaso era argentino. Corajoso, decidiu produzir seus próprios carros em Modena, quintal da Ferrari. Alejandro começou construindo o chassi que usaria nas pistas adicionando um motor da Maserati e, mais tarde, da Ford, mas foi como criador de superesportivos que ele encontrou seu caminho, mesmo em meio à farta concorrência local.

O primeiro modelo de rua da marca surgiu no Salão de Turim de 1963. Era o Vallelunga, com seu motor 1.5 do Ford Cortina. Em 1966 veio o Mangusta, desenhado por Giorgetto Giugiaro, e em 1970 chegou a obra-prima de De Tomaso, o Pantera.

Foi o ápice da parceria entre a marca e a Ford, que já havia tentando comprar a Ferrari. Lançado no Salão de Nova York, o Pantera era uma releitura dos sucessos da Ford em corridas nos anos 60, em especial o GT 40. Sobre estrutura monobloco, sua carroceria de aço desenhada pelo americano Tom Tjaarda, do estúdio Ghia, era moderna e tipicamente italiana.

Atrás dos bancos ficava o motor Ford V8 351, de 5.8 litros e 330 cv, e o câmbio manual ZF de cinco marchas. A suspensão era independente nas quatro rodas, todas com freio a disco. Ele ia de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos e atingia 260 km/h. Nos Estados Unidos, era vendido em autorizadas Lincoln-Mercury, com direito a vidros elétricos e ar-condicionado.

O Pantera faz jus a seu nome, suas respostas são agressivas e a aceleração, violenta. Dosar o pé é essencial. Bem atrás do piloto, o motor faz o corpo todo vibrar. Pelo retrovisor, vê-se o filtro de ar trepidar. Sentem-se as imperfeições do asfalto nas mãos.

Os engates do câmbio são facilitados pela grelha clássica, embora a alavanca e a embreagem sejam relativamente pesadas, o que é completamente compreensível, já que o Pantera é praticamente um carro de corrida.

A parceria De Tomaso e Ford se encerrou no fim de 1974 e, com ela, a importação do Pantera para os EUA.

Outros veículos sugeridos: