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VW Passat GTS Pointer

VW Passat GTS Pointer

  • Informações Gerais

    Marca: VW
    Modelo: Passat GTS Pointer
    Ano Fabricação/Ano Modelo: 1988/1988
    Cor: Branco Alpino
    Portas: 2
    Quilometragem: 95.952
    Dimensões - Comp./Largura/Altura (mm): 4262/1600/1355
    Ocupantes: 5

  • Mecânica e Segurança

    Combustível: Álcool
    Motor: 1.8
    Potência: 99 CV
    Velocidade Máxima: 175 Km/h
    Câmbio: Manual - 5 Velocidades
    Tração: Dianteira
    Aceleração 0-100km/h: 10,9 Segundos
    Freios: Disco Dianteiro e Tambor Traseiro
    Rodas: Liga Leve R14

  • Acessórios/Opcionais

    Bancos: Recaro
    Trio Elétrico (Vidro, trava e espelho elétrico): Travas Elétricas
    Sistema de Som: Rádio AM/FM + Toca Fitas - Los Angeles II

  • Informações Extra

    País de Origem: Brasil

ATENÇÃO! Devido a grande rotatividade em nosso estoque, se faz necessário a consulta diretamente em nossa loja para certificar de que o veículo ainda se encontra sob nossos cuidados. O valor do anúncio deve ser confirmado, pois o mesmo pode ter sido ajustado em nossa loja e ainda não ter sido modificado neste site. Obrigado pela compreensão. Pastore Car Collection.

Observações

Volkswagen Passat GTS Pointer 1988/1988 na cor Branco Alpino. Veículo em raro estado de conservação, com rádio Los Angeles II!

Motor 1.8 (1781 cm³) com potência de 99 cv a 5600 rpm e torque de 14,9 kgfm a 3600 rpm
Suas rodas esportivas de alumínio tinham um desenho bonito e aro de 14 pol, com pneus 185/60 HR 14. A estabilidade era impecável. Tinha vidros verdes e pára-brisa com faixa degradê, encostos de cabeça para quatro passageiros e descanso de braço no banco traseiro. Os bancos dianteiros eram ótimos Recaro, com regulagem de altura e contorno envolvente.
O volante já era o famoso "quatro-bolas", em alusão aos botões de buzina, surgido na Alemanha com o Golf -- um excelente quatro-raios de 36 cm de diâmetro, procurado pelos que personalizavam seus Volkswagens por anos a fio. O carro era realmente muito interessante e atrativo. Fazia vista pela suave agressividade, justificada pelo desempenho do motor 1,8.
Em meados de 1985, novos retoques na aparência: pára-choques envolventes em plástico injetado (que só chegariam aos demais VW "a água" na linha 87), lanternas traseiras frisadas e painel totalmente novo e muito mais elegante, inspirado no do Santana, incluindo termômetro de óleo no console do Pointer. Outro ganho era o câmbio de cinco marchas. A padronização da linha eliminava a carroceria de quatro portas, tendo a de três sido descontinuada há algum tempo. Na verdade, o crescimento da família BX (do Gol) estava gerando conflito com o Passat.
O Pointer ganhava nesse ano um novo concorrente, o Monza Hatch S/R, com um 1,8-litro apimentado de 106 cv e relações de marcha mais próximas e curtas. Havia também o Escort XR3, com um 1,6 de 86 cv, e o irmão menor Gol GT, de 99 cv. Para 1986, porém, o Passat reagia com os novos motores AP-600 (1,6 litro) e AP-800S (1,8), de bielas mais longas, aplicadas um ano antes no Gol GT e no Santana.
Para o Pointer, a mudança representou a padronização com o Gol em termos de comando de válvulas e carburação, levando a potência a 99 cv (diz-se que um pouco mais, pois já havia a incoerente tributação mais elevada acima desse valor).
Andava muito bem, possuindo um conjunto mecânico ótimo: de 0 a 100 km/h em 11 segundos e velocidade final de 175 km/h.
As vendas do Passat, muito boas até o principio da década de 80, começaram a sofrer os efeitos da concorrência com Corcel, Del Rey e principalmente Monza, que começaram a embaçar os olhos de seu fã-clube. A própria Volkswagen estava dando mais espaço e atenção para a linha Gol e o Santana, deixando o Passat defasado em equipamentos e tímido em divulgação. O último Pointer, de 1988, ainda não oferecia controles elétricos de vidros e seu estilo estava envelhecido diante do reestilizado Gol GTS.
Em 2 de dezembro daquele ano, os mais de 600.000 donos e os muitos admiradores ficavam desiludidos com a Volkswagen, que descontinuava o Passat. O primeiro VW "a água" continuava evoluindo na Alemanha (a quarta e a quinta geração seriam importadas a partir de 1994, convivendo até hoje com o arcaico Santana), mas no Brasil passava à história aquele que muitos afirmam, com convicção, ter sido o melhor carro médio de seu tempo fabricado no País.

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