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VW Santana GLS 2000i

VW Santana GLS 2000i

  • Informações Gerais

    Marca: VW
    Modelo: Santana GLS 2000i
    Ano Fabricação/Ano Modelo: 1992/1992
    Cor: Branco Nacar
    Portas: 2
    Quilometragem: 161.630
    Dimensões - Comp./Largura/Altura (mm): 4607/1700/142
    Ocupantes: 5

  • Mecânica e Segurança

    Combustível: Gasolina
    Motor: 2.0i
    Potência: 112 CV
    Velocidade Máxima: 190 Km/h
    Câmbio: Manual - 5 Velocidades
    Tração: Dianteira
    Aceleração 0-100km/h: 10,5 Segundos
    Freios: Disco Dianteiro com ABS
    Rodas: Liga Leve R14
    Direção Hidráulica: Sim

  • Acessórios/Opcionais

    Bancos: Recaro
    Ar Condicionado: Sim
    Trio Elétrico (Vidro, trava e espelho elétrico): Sim
    Sistema de Som: Rádio AM/FM + Toca Fitas Volksline ETR T II

  • Informações Extra

    País de Origem: Brasil

ATENÇÃO! Devido a grande rotatividade em nosso estoque, se faz necessário a consulta diretamente em nossa loja para certificar de que o veículo ainda se encontra sob nossos cuidados. O valor do anúncio deve ser confirmado, pois o mesmo pode ter sido ajustado em nossa loja e ainda não ter sido modificado neste site. Obrigado pela compreensão. Pastore Car Collection.

Observações

Volkswagen Santana GLS 2000i 1992/1992 na cor Branco Nacar com Bancos Recaro Tecido Navalhado Itapema Cinza. Pertenceu a Revista Quatro Rodas e participou do Teste dos 60 mil km! Veículo completamente restaurado seguindo os padrões da época!

Em 1992 a Volkswagen lançou no Santana, o primeiro carro nacional que poderia opcionalmente ser adquirido com ABS no sistema de freios. Produzido pela Bosch o auxiliar do sistema de freio melhorava a eficiência de frenagem do carro. Por isso, a Revista Quatro Rodas, optou por comprar um Santana GLS equipado com todos os opcionais oferecidos no modelo, inclusive o ABS, alvo da avaliação. O Santana havia acabado de passar por uma bela reestilização, e o modelo comprado pela Editora Abril possuía bancos Recaro, ar-condicionado, direção assistida hidráulica, rodas de liga leve BBS, entre outros equipamentos, e era pintado em um atraente e diferente branco perolizado (Branco Nacar). No motor e no câmbio, um powertrain semelhante ao do Gol GTi alimentado por uma injeção eletrônica Bosch analógica, o que tinha de mais moderno no mercado nacional na época.

O carro passou a fazer parte da frota da Quatro Rodas e rodar ininterruptamente até que completasse a sua prova de 60 mil km, que foi cumprido depois de um ano e quatro meses. Com o término dos testes, ele foi desmontado para que seus componentes mecânicos fossem minuciosamente examinados e avaliados. Um trabalho de chinês. Assim foi feito e a reportagem foi exibida nas páginas da revista em agosto de 1993. Tanto o sistema eletrônico ABS dos freios, quanto a injeção eletrônica LE-Jetronic e o sistema de ignição mapeada EZK, produzidos pela Bosch, funcionaram de maneira exemplar durante todo o teste, indicando que o caminho de modernização do carro brasileiro seguia de maneira correta. Teste terminado, o carro foi remontado e vendido pela Editora Abril ao mercado de carros usados e o Santana GLS seguiu o seu caminho até chegar na Pastore Car Collection.

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