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VW Santana GLSi

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VW Santana GLSi

  • Informações Gerais

    Marca: VW
    Modelo: Santana GLSi
    Ano Fabricação/Ano Modelo: 1996/1996
    Cor: Prata Lunar
    Portas: 4
    Quilometragem: 43.970
    Dimensões - Comp./Largura/Altura (mm): 4607/1700/142
    Ocupantes: 5

  • Mecânica e Segurança

    Combustível: Gasolina
    Motor: 2.0i
    Potência: 114 CV
    Velocidade Máxima: 190 Km/h
    Câmbio: Manual - 5 Velocidades
    Tração: Dianteira
    Aceleração 0-100km/h: 10,5 Segundos
    Freios: Disco Dianteiro e Tambor Traseiro
    Rodas: Liga Leve R14
    Direção Hidráulica: Sim

  • Acessórios/Opcionais

    Ar Condicionado: Sim
    Trio Elétrico (Vidro, trava e espelho elétrico): Sim
    Sistema de Som: Rádio AM/FM + Toca Fitas Volksline

  • Informações Extra

    País de Origem: Brasil

ATENÇÃO! Devido a grande rotatividade em nosso estoque, se faz necessário a consulta diretamente em nossa loja para certificar de que o veículo ainda se encontra sob nossos cuidados. O valor do anúncio deve ser confirmado, pois o mesmo pode ter sido ajustado em nossa loja e ainda não ter sido modificado neste site. Obrigado pela compreensão. Pastore Car Collection.

Observações

Volkswagen Santana GLSi 1996/1996 na cor Prata Lunar. Veículo em raro estado de conservação, com KM original, manual do proprietário e chave reserva. Rádio Original Volksline, faróis Arteb, faróis de neblina Cibié, Pisca Arteb. 5 Pneus Pirelli P600 originais de fábrica! Possui 4 pneus Michelin Novos que vão junto com o carro!

Motor de 4 cilindros 2.0L (1.984 cm³). Potência de 114 cv a 5.600 rpm e torque de 17,6 m.kgf a 3.200 rpm.

No início dos anos 1980, o mais perto que a Volkswagen brasileira havia chegado de um carro médio era o Passat, oferecido desde 1974.
A solução foi encontrada no próprio Passat, mais precisamente, em sua segunda geração na Europa. Nascia ali, em 1984 o nosso Santana, um dos modelos mais longevos da marca no País.
O Passat era um projeto da Audi, absorvido pela Volkswagen quando esta comprou a marca das argolas em 1962. O Audi 80, lançado 10 anos depois da compra, deu origem ao primeiro VW refrigerado a água bem sucedido o Passat, lançado na Europa em 1973 e no ano seguinte, no Brasil.
Em 1990 aconteceu algo extremamente importante: o mercado foi reaberto e os carros importados voltaram. Em meio à avalanche de novas opções para o consumidor, a Volks precisava manter o Santana competitivo — lançar um novo modelo seria caro e estava fora de questão, e assim foi decidido que uma abrangente reestilização seria realizada, a ponto de o Santana lançado em 1991 ser considerado uma nova geração.
O motor com injeção eletrônica passou a equipar o Santana GLS, que ganhava um “i” no fim do nome, e com a chegada do modelo de quatro portas no fim do ano, vieram também os freios ABS, inovação em um carro nacional. Nesta época, a Ford lançava o Versailles, clone do Santana com apelo mais luxuoso, para substituir o Del Rey.
A adoção de para-choques na cor da carroceria foi só o começo: diversos recursos de tecnologia e conforto estreavam: teto-solar elétrico, check control, terceira luz de freio, volante ajustável em altura, bancos com ajuste lombar, novas rodas, bancos de couro e até CD-Player. Para a linha 1996 (já lançada em 1995) foi a vez de uma nova grade, parecida com a do Passat alemão — que era vendido aqui em um segmento superior, causando uma curiosa situação em que, efetivamente, duas gerações do mesmo carro conviviam pacíficamente no mercado.
A fartura de equipamentos e o preço relativamente baixo fizeram com que 1996 fosse seu segundo melhor ano em vendas de sua história.

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